sábado, 7 de janeiro de 2023
A minha Varykino
sábado, 17 de setembro de 2022
Lendas e Contos da Aldeia

"No dia 17 de setembro de 2022, pelas 20,30 H, na sede da ADEPAC – Largo de Sto. António, São Miguel de Acha, Fábio Superbi, narrador e pesquisador, vai ser protagonista de uma tertúlia, “Lendas e Contos na Aldeia”.
“Lendas e Contos da Aldeia”, tem por base, livros de autores (septuagenários) filhos da aldeia, como, António Milheiro, Joaquim Folgado Rascão, João Coelho Milheiro, João Alberto Bentes, Carlos Teixeira e outros como por exemplo a jovem poetisa Carina Anselmo.
Estas tertúlias culturais permitirão dar voz as histórias e tradições presentes em S. Miguel de Acha ao longo de gerações. Fábio Superbi, após pesquisa e leitura atenta das obras, fará serões com base em alguns contos dos livros citados e outras histórias recolhidas pela aldeia. Atuará igualmente na qualidade de mediador junto do público, interagindo e convidando todos os que queiram comentar e partilhar as suas histórias.
sábado, 3 de setembro de 2022
"Alguma coisa", em marionetas

"Fábio Supérbi, marionetista e contador de histórias, apresenta o espetáculo de marionetas “Alguma Coisa” em São Miguel de Acha, no próximo dia 3 de setembro, pelas 20h30.
sábado, 20 de agosto de 2022
quinta-feira, 15 de julho de 2021
"Rejubilas: Fartura..."
Rejubilas: Fartura da colheitaapós o mudo tempo de uma esperaem que o teu sangue ardeu dentro do peitoe em que viste florir brejos desertos.Quanto tremor exigem as palavrasàs vezes tão vulgares de simplezapara serem com laços acendradase para terem voz de limpidez.Se o campo for hostil e pouca a águanão forces por inútil o silênciomas faz agir as tuas mãos contritas.E é na certeza que o vivaz milagreirá acontecer: os regos densosde fluidez e a terra a produzir.António Salvado, Repor a luz.
terça-feira, 1 de junho de 2021
domingo, 14 de fevereiro de 2021
Narciso
Narciso
Dentro de mim me quis eu ver. Tremia,
Dobrado em dois sobre o meu próprio poço...
Ah, que terrível face e que arcabouço
Este meu corpo lânguido escondia!
Ó boca tumular, cerrada e fria,
Cujo silêncio esfíngico bem ouço!
Ó lindos olhos sôfregos, de moço,
Numa fronte a suar melancolia!
Assim me desejei nestas imagens.
Meus poemas requintados e selvagens,
O meu Desejo os sulca de vermelho:
Que eu vivo à espera dessa noite estranha,
Noite de amor em que me goze e tenha,
... Lá no fundo do poço em que me espelho!
José Régio








